sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Encontro Manutenção /Senai Londrina - 17 de outubro de 2015 - 09h00

Estaremos amanhã 17/10/2015 nos reunindo para nosso Encontro de Manutenção, que inicia as 9:00 horas no Senai/Londrina, sito a Rua Belém, 844, na sala 113.

De acordo com nossos encontros destacamos os seguintes tópicos para este próximo encontro:

  • 09h00 - Comentários Iniciais
  • 09h20 - Ações Sobre Qualificação Técnica / Palestra Sr. Heliotérico de Morais
  • 09h40 - Manter ou Concertar eis a Questão / Palestra Sr. Antonio Carlos
  • 10h00 - Encerramento

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Seminários online sobre máquinas inteligentes

Datas: 9 e 10 de Setembro
Please Join Us


Com a Internet das Coisas (IoT - Internet of Things) se tornando uma realidade ao nosso redor, máquinas inteligentes não são mais um luxo; elas são componentes-chave para posicionar sua empresa à frente da concorrência.

Acompanhe-nos nesta série de quatro seminários online para explorar as principais características que tornam uma máquina verdadeiramente inteligente. Descubra uma melhor abordagem e as melhores ferramentas para criar, projetar ou realizar o retrofit de máquinas já existentes para torná-las mais inteligentes.

Temas:

Quem deve participar?
Esta série foi desenvolvida para fabricantes de máquinas, engenheiros e gerentes de engenharia que queiram aprender mais sobre as últimas tendências e os desafios do projeto de máquinas inteligentes, assim como aqueles interessados em aumentar a produção e reduzir os custos relacionados à manufatura através do uso de tecnologias inovadoras.

sábado, 22 de agosto de 2015

A Fazenda do Futuro - Alta tecnologia na administração da fazenda - Vide...

5 características das pessoas que são realmente inovadoras

Conheça os elementos que compõem o verdadeiro empreendedor criativo

inovacao (Foto: Divulgação)

O senso comum diz que o que difere as mentes inovadoras dos meros mortais é a generosidade genética: essas pessoas nasceram inteligentes e com grande capacidade para criar.
São seres que usam mais o lado direito do cérebro e por isso têm um pensamento mais intuitivo e menos convencional. Mas criatividade e capacidade de inovar não são qualidades com as quais as pessoas nascem com ou sem. Pelo menos é o que dizem os pesquisadores Jeff Dyer, Hal Gregersen e Clayton M. Christensen, autores do livro The Innovator´s DNA (O DNA do Inovador).
No livro, os estudiosos argumentam, com base em diversos estudos empíricos, que características criativas não são apenas regalos da natureza, mas que podem ser desenvolvidas. Está bom, muita gente diz isso. Só que esse é um estudo rigoroso conduzido por profissionais de três universidades de prestígio: Harvard, Marriott School e Insead. Eles chegaram à conclusão de que de 25% a 40% de nossa capacidade criativa é determinada geneticamente. O restante – quase dois terços de nossa competência para inovar – vêm de um roteiro básico. Primeiro deve-se entender a tal característica (ou o processo criativo), depois praticá-lo e, por fim, ganhar confiança na própria capacidade de criar.
Se os inovadores podem ser criados, como fazê-lo? E como eles têm as ideias geniais? Depois de pesquisar mais de 500 pessoas realmente inovadoras e compará-las com cerca de 5.000 executivos, eles identificaram cinco elementos que compõem o verdadeiro criativo. Eis as suas conclusões.
Capacidade de associação: É considerada a principal característica dos inovadores. As associações acontecem quando o cérebro tenta sintetizar informações em sequência, dando-lhes lógica e coerência. É isso que ajuda nas descobertas de conexões entre questões aparentemente isoladas. “As rupturas inovadoras geralmente acontecem na interseção de diversos campos e disciplinas”, escreveram os autores no prefácio do livro. Pensadores inovadores ligam ideias nas quais outras pessoas não veem relação. É o que alguns pesquisadores chamam de “Efeito Médici”, em referência à explosão de criatividade e cultura vivida em Florença, durante o Renascimento. A família de mecenas reuniu tantos artistas, pintores, poetas, músicos, escultores, arquitetos, que a cidade italiana viu o desabrochar de uma das fases mais inovadoras da história da humanidade. Um artista se aproveitou do conhecimento passado pelo outro e o resultado foi a exuberância intelectual e artística da época.
As outras quatro qualidades dos inovadores acionam o pensamento associativo ao incrementar seu repertório, de onde surgiram as novas ideias.
Questionamento: Inovadores quase sempre são aquelas pessoas chatas que não deixam uma dúvida passar em branco. Sempre questionam tudo. Geralmente eles desafiam o status quo e não aceitam fórmulas fáceis. Uma de suas frases mais proferidas é: “O que aconteceria se a gente modificasse isso?”. Pessoas assim fazem perguntas para entender como as coisas realmente são, por que são de determinada maneira e como elas podem ser desafiadas ou subvertidas. Suas perguntas provocam uma revoada de pensamentos e insights coletivos que levam a sociedade para o rumo da inovação.
Observação: Um inovador está sempre de olho nas coisas. São observadores detalhistas, e o todo o mundo é objeto de seu escrutínio: consumidores, produtos, serviços, tecnologias, estruturas, processos. As observações funcionam como lenha para sua explosão de ideias e novos parâmetros para fazer as coisas. Steve Jobs criou o sistema operacional para seus primeiros Macintosh – e até mesmo do atual OSX – depois de uma visita ao centro de inovação da Xerox.
Networking: Inovadores gastam muito do seu tempo e energia testando ideias por meio de uma ampla rede de contatos com diferentes perspectivas e bagagem cultural. Mas não é aquele networking convencional de tapinha nas costas. Eles conversam, preferencialmente, com pessoas com quem não concordam em nada. Mais que contatos sociais, eles querem ideias frescas. Buscam pensamentos ousados, mentes rebeldes e conceitos completamente fora de sintonia com os padrões estabelecidos.
Experimentação: Por fim, os inovadores estão constantemente experimentando. Eles vivem e exploram o mundo de maneira sensorial e intelectual. Não são convictos em nada e sempre estão aventando novas hipóteses. São early users de tudo. Visitam novos lugares, pesquisam novas ideias e tentam aprender coisas diferentes todos os dias. Dessas variadas experiências germinam novas ideias.
Num plano coletivo, essas características desbravadoras – a qualidade cognitiva de associar e as qualidades comportamentais de questionar, observar, comunicar e experimentar – compõem o DNA do inovador, o mapa para a geração de ideias de negócios inovadoras.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/07/5-caracteristicas-das-pessoas-que-sao-realmente-inovadoras.html

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Sétimo Encontro de Profissionais de Manutenção

Aconteceu dia 08 de agosto de 2015 com início às 9:00 horas, no Senai Londrina o VII Encontro do Grupo de Manutenção de Londrina e Região.


Programação:
9h00 - Comentários Iniciais
9h20 - Apresentação do Blog
9h40 - Boas Práticas de Manutenção / Sr. Heliotérico de Morais
9h55 - Indicadores de Manutenção / Sr.  Eduardo Estambasse
- Encerramento

Agradecidos e honrados pela contribuição e participação de todos, esperamos sempre contar com sua valiosa presença.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

INOVAÇÃO - Indústria 4.0 ainda é coisa do futuro no País

19/07/2015 -- 00h00 - Folha de Londrina

Diretor de multinacional detalha quarta revolução industrial, que engatinha no Brasil mas já chegou aos Estados Unidos e Alemanha

Saulo Ohara
Breno Matias Michel, diretor da Regional Sul da Siemens Brasil

Depois da máquina a vapor, da energia elétrica e dos computadores, o mundo começa a viver a quarta revolução industrial. É a indústria 4.0, que está se desenvolvendo principalmente em países como Alemanha e Estados Unidos. No novo modelo, máquinas e peças se "comunicam" através de redes, resultando numa produtividade muito maior. Digitalização, internet das coisas, espaços ciberfísicos são palavras que estão no dicionário da nova era.

No Brasil, a indústria 4.0 ainda é coisa do futuro. Só agora os empresários começam a discutir o assunto. "Na verdade, a gente está bem atrás", afirma Breno Matias Michel, diretor da Regional Sul da Siemens Brasil. Ele esteve em Londrina no último dia 7, quando participou do Siemens PLM Day - encontro com empresários no qual a empresa apresenta sua plataforma para inovação inteligente.

Soluções da Siemens, segundo Michel, já permitem que um produto seja projetado, testado, corrigido e validado no mundo virtual, antes de existir fisicamente. O empreendedor já pode fazer todo o planejamento da sua produção antes mesmo de alugar, comprar ou construir sua fábrica.

O que caracteriza a indústria 4.0?

São três grandes características. Primeiro, é a presença de redes de comunicação industrial. A segunda é uma base de dados de informações referentes a produtos e processos. E a terceira é a implementação de sistemas ciberfísicos, ou seja, a capacidade de máquinas, equipamentos e peças conversarem (entre si), se entenderem dentro do ambiente fabril.

Indústria 4.0 e indústria digital são a mesma coisa?

A base da indústria 4.0 é a digitalização. É a capacidade de juntar o mundo real e o virtual. É você ter um ambiente virtual na fábrica que seja reflexo do que é a fábrica real. Isso graças aos sistemas de tecnologia de hardware e software. Então, esse ambiente de digitalização faz parte da indústria 4.0.

Qual a relação da indústria 4.0 com a internet das coisas?

Quando se fala em ambiente ciberfísico, estamos falando de internet das coisas. À medida que você dá inteligência, dá base de informações para determinada peça que está sendo produzida na fábrica, seja colocando um RFID (Radio Frequency Identification – Identificação por Rádio Frequência) ou um código de barras, você tem condições de ter uma série de informações agregadas. Imagina essas peças entrando numa linha de produção, numa célula flexível. Uma hora entra a peça A, que tem a característica A, outra hora entra a peça B, que tem a característica B. As máquinas que vão trabalhar nelas automaticamente vão saber se a peça é A ou B e o que tem de ser feito. Isso é internet das coisas.

Qual o ano que ficará marcado como o do início da indústria 4.0?

Na verdade, tudo isso que a gente fala já existe, é factível, já está acontecendo. Não vai ter um momento que vamos dizer: "Agora é a indústria 4.0, todo mundo agora é indústria 4.0".

Quando se fala nesse modelo industrial, as referências são Alemanha e Estados Unidos. Ele está restrito a esses dois países?

Não dá para dizer isso. Na verdade as manufaturas estão migrando. Estão parando de produzir na Ásia. Estão voltando para a sua casa, para a Alemanha, os Estados Unidos. Já não é mais tão interessante produzir na Ásia.

Por quê? A mão de obra não é mais tão barata na Ásia?

Porque esses países evoluíram. A China evolui. Não é mais aquele país que faz produtos de baixa qualidade. O mercado evoluiu. A China começou a consumir também. Então, as fábricas estão voltando para seus países de origem com alto grau de automação. Porque isso que vai mantê-las competitivas, produzindo com mais eficiência, menos erros, menos pessoas, de uma forma mais flexível.

E é a indústria 4.0 que vai dar competitividade aos países que têm mão de obra cara?

Exatamente. Para que produzir com um monte de gente, um monte de máquina, se você pode produzir mais com menos recursos, de forma mais enxuta, mais eficiente? Mas mesmo na indústria 4.0, você continua tendo intervenção humana. Só que é uma mão de obra mais eficiente, com mais valor agregado. (A indústria) Também será ergonomicamente mais viável.

Essa mão de obra que existe hoje no chão da fábrica será substituída por engenheiros, especialistas em tecnologia da informação?

Tem uma coisa que a gente precisa se preocupar no País, que é educação. Nós precisamos evoluir muito neste sentido. A gente sabe que as atividades que podem ser automatizadas serão automatizadas. É questão de vida ou morte. Essas pessoas precisarão evoluir, ter formação tecnológica.

E a China, considerada a inimiga número 1 da indústria nacional, caminha mais rápido que o Brasil para esse modelo industrial?

Nitidamente a China é mais evoluída neste aspecto. Compra mais tecnologia. Em 2013, enquanto aqui no Brasil foram vendidos 1.300 robôs para automação, a China comprou 35 mil. A China está trabalhando muito mais forte que a gente na automação.

O Brasil não tem indústria 4.0?

Não, ainda não. Na verdade, a gente está bem atrás. Quando você começa a visitar empresas lá fora, você vê que a gente está muito atrás.

Na crise, os industriais brasileiros se sentem mais estimulados a investir em tecnologia ou o contrário?

Há duas formas de pensar. Tem aquele cara que acha que está tudo ruim, que o mercado está em baixa, e que então não é o momento de investir. Agora tem aquele cara que pensa que é esta a hora de botar a casa em ordem. É no momento de baixa que aparecem todos os problemas. Tudo acaba se tornando crítico. Existe o empreendedor que diz: "Essa é a hora de investir". No ponto de vista da Siemens, é importante pensar em rever os processos, olhar a questão da automação, da indústria 4.0. Essa crise não vai ser para sempre. Quem trabalhar agora estará com sua empresa mais eficiente e terá grande vantagem competitiva.

E o governo tem facilitado a importação de robôs?

Eu acho que o governo tem de fazer a parte dele. A questão de importação sempre foi um problema para a gente, que sempre viveu num ambiente de alta taxação, de alta burocracia. Enfim, num ambiente de desestímulo. Só que tem uma coisa: não podemos ficar esperando pelo governo. Porque a questão de a gente ser mais eficiente, mais produtivo, não depende do governo. Depende das empresas. Então o governo tem de trabalhar mais, mas nós não podemos deixar de fazer a nossa parte, de evoluir como indústria. Não adianta ficar esperando uma movimentação que é demorada e não está no nosso controle.

O industrial brasileiro está atento para a indústria 4.0?

Está ouvindo mais, procurando entender mais o que é isso. Está ocorrendo uma troca de gerações nas empresas. Novas pessoas estão entrando em nível de direção industrial, de direção de pesquisa e desenvolvimento. Tem uma geração nova que entende melhor quando você fala de sistema ciberfísico, de rede de comunicação. Não olha isso como coisa futurística, utópica. Está havendo uma evolução.

Você pode dar um exemplo de processo produtivo desta nova indústria?

Falando dos nossos produtos, hoje eu consigo desenvolver um telefone celular, por exemplo, todo no ambiente virtual. Consigo fazer simulações nele, tanto no nível de eletrônica, como de resistência. Consigo fazer todo um planejamento de processo virtual, ferramental. Consigo criar virtualmente toda a célula de montagem dele. Eu consigo criar todo esse ambiente, testar, validar, corrigir, antes de sair construindo a fábrica propriamente dita. Antes de comprar prédio, de comprar equipamentos para fazer esse produto. Quando eu entro para produzir no mundo real, eu já tenho tudo isso planejado. Não vou errar com layout de fábrica que não funciona. Não vou errar com equipamento que comprei, mas não era aquilo. Não vou errar com processos que não funcionaram porque eu não testei que aquilo ia conflitar com outro processo.

Isso já é uma realidade?

Sim, as empresas automotivas já trabalham com isso. Você vai fazer uma linha para soldar carroceria só com robôs. Uma linha em que o carro vai passando e recebendo soldas nos lugares específicos pelos robôs. Como você faz isso? Você não faz isso com tentativa e erro na fábrica. Você faz isso num ambiente virtual. Você testa, simula, corrige, gera toda a programação dos robôs, valida. Quando monta já está tudo certo. Os nossos produtos permitem isso.
Nelson Bortolin
Reportagem Local

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Sexto Encontro de Profissionais de Manutenção / Equipe Mantenedora

6ª REUNIÃO

DATA DA REALIZAÇÃO: 02/07/2015

PARTICIPANTES:
Eduardo Costa Estambasse, Antônio Tazima, Fernando Santos Oliveira, Heliotérico de Moraes e Márcio Sanches Benati.

LINK: ATA DA REUNIÃO
http://grupomanutencao.blogspot.com.br/p/ata-6-encontro-de-manutencao-de.html

segunda-feira, 29 de junho de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Segundo Encontro de Profissionais de Manutenção - 13/09/2014

2ª REUNIÃO

PAUTA:

LOCAL: SENAI/Sala 110 - Bloco 4

DATA / HORÁRIO: 13/09/2014 – 09h00min (Sábado)

- 09:00 Comentários Iniciais, Leitura da Ata Última Reunião

- 09:20 Estudo de Caso: Modelo do Grupo APL de TI, Ricardo Ramos.

- 10:00 Indicadores de Manutenção

- 11:00 Encerramento, Coffee Breake.

Primeiro Encontro de Profissionais de Manutenção - 09/08/2014

1ª REUNIÃO

LOCAL: SENAI

DATA / HORÁRIO: 09/08/2014 - 09h00min (sábado)




No último dia 9 de agosto (sábado), profissionais da área de manutenção de Londrina e região se reuniram nas dependências da unidade londrinense para tramites da criação de um grupo focado na área de manutenção de Londrina e região.

A reunião teve como objetivo formatar o plano de ação e as estratégias para a consolidação do grupo de manutenção que deverá se reunir mensalmente discutindo inovações e melhorias de processos na área buscando a maior produtividade das empresas da região. Uma vez que esta área tem importância estratégica dentro da indústria, pois garante plena capacidade produtiva aos equipamentos e instalações das fábricas oferecendo as melhores soluções para seu setor industrial de atuação. 

Participaram deste primeiro encontro um total de 22 profissionais de diversas indústrias da região que destacaram possíveis assuntos a serem tratados para o crescimento do setor com abordagens sobre a produtividade, competitividade, troca de informação, aquisição de conhecimento entre outros, que acreditam ser relevantes para futuras abordagens do grupo para debates e exposição de cases de sucesso para melhorias continuas.

 Na ocasião o grupo de profissionais pode também conhecer a unidade móvel de Automação Industrial que percorre o Paraná levando os serviços do Senai a todos os municípios do Estado com uma estrutura equipada com equipamentos e sala de aula de grande relevância ao crescimento industrial, uma vez que a informação pode ir até a indústria através de um ambiente móvel e bem estruturado. “Este grupo vai contribuir para a modernização e competitividade dor setor em nossa região pois teremos a interação de diversos profissionais focados em adquirir e transmitir informação de qualidade para o setor”, ressaltou Eduardo Costa Estambasse um dos idealizadores deste projeto.

Faz parte da área de manutenção e se interessou pelo grupo entre em contato com o técnico de ensino do Senai em Londrina e agende sua participação no próximo encontro pelo e-mail: eduardo.estambasse@pr.senai.br

FONTE: http://senailondrina.com.br/senai-em-londrina-inicia-grupo-de-manutencao/